Deus Transforma o Mau em Bem

O livro de Daniel tem o propósito de confortar o povo de Deus, mostrando que o Deus Altíssimo governa sobre os reinos humanos. Este livro data de 605 – 536 a.C, aproximadamente, sua história registrada pelo Senhor, mostra, O Deus altíssimo governando sobre os reinos terrenos, Ele guarda sua aliança para seu povo, sua misericórdia para os oprimidos, Seu ungido governará sobre um reino que nunca terá fim. Um domínio eterno, vida eterna.

Alguns anos antes da destruição de Jerusalém, chega à Babilônia sob o rei Jeoaquim, o rei Nabucodonosor mandara prender, pretendendo levá-lo para a Babilônia, porém, o rei mudou de ideia e o deixou em Israel.

O livro de Daniel leva muito a sério o exemplo de um grande líder do povo de Deus. Ele se apegou profundamente a palavra de Deus em meio as decepções e tentações da vida no exílio. A mensagem central deste livro, mostra, Deus governando, reinando, conduzindo, direcionando o mundo. A maior dádiva que o homem pode receber, e já recebeu, foi Jesus Cristo, nosso Senhor e salvador.

Este livro traz grande paz ao coração do homem, nossa convicção e paz vem devido o Senhor controlar todas as coisas e nada acontece por acaso. No terceiro capítulo Sadraque, Mesaque e Abdenego foram jogados na fornalha, Deus de forma extraordinária estava com eles no fogo e nada acontece com os três amigos. No sexto capítulo deste livro, encontramos Daniel demonstrando ser mais competente que os outros 02 ministros.

Ela tinha, tanta capacidade, que o rei pensou em colocá-lo com a mais alta autoridade do reino. Os outros ministros, se acharam preocupados com a situação e tentaram encontrar algo para prejudicar a Daniel. Tentaram o acusar de má administração, porém não acharam nada, ele era honesto e direito, e ninguém, podia acusá-lo de ter feito qualquer coisa errada.

Não encontrando nada, eles se reuniram e tiveram uma ideia, na posição de autoridade que ocupavam no reino, chegaram até o rei e fizeram um pedido; O rei decretaria que durante trinta dias, todo e qualquer pedido deveria ser feito apenas ao rei. Caso alguém desobedecesse essa ordem, o rei jogaria na cova dos leões. O rei concordou e assinou a ordem e mandou que fosse publicada. Quando Daniel soube da ordem publicada, ele voltou para casa e no andar de cima, havia uma janela que estava direcionada para Jerusalém. Daniel abriu as janelas, ajoelhou-se e orou, dando graças ao seu Deus, mantendo assim seu costume de orar três vezes ao dia.

O inimigos de Daniel foram até a casa dele e viram Daniel orando ao Senhor, ao seu Deus. Ao depararem com a cena que esperavam para denunciar ao rei, eles foram de encontro ao rei, neste sentido relataram, o senhor assinou um decreto que ninguém poderia pedir nada, a não ser, que esse pedido fosse feito ao rei somente. Caso isso alguém desobedecesse esse decreto, o senhor o jogaria na cova com os leões. O rei confirma que o decreto havia sido assinado por ele. Os inimigos de Daniel denunciam ao rei, que o mesmo estava orando ao Deus dele.

Eles inflamaram lembrando ao rei que Daniel fora um dos prisioneiros que vieram da terra de Judá, e o acusaram de não respeitar o decreto do rei. Ele orava três vezes ao dia. Ao ouvir tudo, o rei ordena que trouxessem Daniel e o jogassem na cova dos leões.

O rei era amigo de Daniel e ele disse: “Espero que o seu Deus, a quem você serve com tanta dedicação, o salve.” De manhã cedo, ele se levanta e vai depressa até a cova dos leões, com voz triste, o rei disse:

– Daniel, servo do Deus vivo! Será que seu Deus a que, você serve com tanta dedicação, conseguiu salvá-lo dos leões?

– Daniel respondeu: “Que o rei viva para sempre! O meu Deus mandou o seu Anjo, e este fechou a boca dos leões para que não me ferissem.”

Pois Deus sabe que não fiz nada contra Ele. E também não cometi nenhum crime contra o senhor.” O rei alegrou-se de tal maneira, que mandou tirar Daniel da cova, viu que nada havia acontecido com ele, mandou trazer os que acusaram a Daniel, com toda a sua família e os colocaram dentro da cova.

O rei Dario escrever uma carta para os povos de todas as nações, raças e línguas do mundo, ordenando que todos, respeitem e honrem o Deus que Daniel adora.

Deus transformou o mau em bem! Louvado seja o Senhor!

Alvo de uma conspiração, Daniel é lançado na cova dos leões por sua fidelidade a Deus, que o defende com uma preservação milagrosa e executa justiça soberanamente contra os conspiradores. Tanto na velhice quanto na juventude, Daniel é um modelo de vida coerentemente piedosa em um mundo hostil.

Conformar-se ao que todo mundo está fazendo é uma tentação forte tanto para idosos quanto para jovens. Mesmo correndo risco de morte, Daniel tinha convicção de que era melhor obedecer a Deus que os homens.

O mundo hoje não é menos hostil à graça e a Deus que o mundo no tempo de Daniel. Independentemente das consequências, devemos aprender com Daniel a manter um testemunho consistente e que honre a Deus.

A luz deste texto, faremos algumas reflexões:

Que o Senhor abençoe nossas vidas!

Rev. Cristiam Matos

Expiação Limitada – Romanos 8.30

O apóstolo Paulo escreve em sua carta aos Romanos 8.30, relatando os três períodos da salvação, ele inicia informando que o Senhor nos escolheu para sermos seus. Deus em sua soberania, majestade e glória, chamou-nos parar louvar e glorificar o nome dEle, hoje e para todo o sempre. Aprouve ao Senhor salvar da condenação um certo número de homens, Sua santidade e justiça exigem que o pecado seja punido.

   Os escolhidos de Deus são pecadores, uma expiação completa e perfeita era necessária. O homem por si, jamais seria capaz de agradar ao Senhor, ou até mesmo, fazer algo que Deus olhe e diga que somos mais que merecedores da salvação eterna.

   Neste sentido o Senhor enviou o Seu amado Filho, Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo, feito homem, que de forma perfeita, suportou o castigo merecido, por nós pecadores, obtendo a Salvação para os Seus eleitos, a quem o Senhor concedeu ao Filho, para ser um povo exclusivamente dEle.

   A eleição em si não salvou ninguém, apenas apontou, destacou alguns pecadores para a salvação. Os que foram escolhidos por Deus o Pai, desde a eternidade, ou seja, antes da criação, e dados ao Filho precisavam ser redimidos para serem salvos.

   Jesus Cristo, o próprio Deus, veio ao mundo e tomou sobre Si a natureza humana para que pudesse identificar-se com o Seus eleitos, não deixando sua natureza divina, mas unindo as duas naturezas. Ele agiu como seu representante ou substituto.

   Cristo, agindo em lugar do Seu povo, guardou perfeitamente a lei de Deus e dessa forma produziu uma justiça perfeita a qual é imputada aos eleitos. A salvação foi creditada aos escolhidos do Senhor no momento em que são chamados à fé nEle.

   Através do que Cristo fez, esse povo é constituído justo diante de Deus, Jesus Cristo de forma perfeita, cumpri cabalmente as exigências, segundo a perfeição do Pai Os eleitos são libertos da culpa e da condenação como resultado do que Cristo sofreu por cada um dos pecadores. Seu sangue vertido, seu sofrimento na cruz, através do Seu sacrifício substitutivo, Jesus sofreu a penalidade dos pecados dos que foram chamados, eleitos e assim removeu a culpa de cada um de nós, para sempre.

   Neste sentido, os eleitos, seu povo são unidos a Ele pela fé, é-lhe creditada perfeita justiça pela qual ficam livres da culpa e condenação do pecado. Não somos mais filhos do pecado, mas agora feitos filhos do Deus vivo, por intermédio da obra perfeita, concedida a nós, que cremos em Jesus Cristo nosso Senhor e Salvador.

   Aqueles a quem o Senhor chamou, é salvo não pelo que é capaz de fazer ou fará em algum momento, mas tão somente pela fé na obra redentora de Jesus Cristo, o nosso Senhor e salvador. Louvado é seu Santo Nome.

  A obra redentora de Jesus Cristo foi definida em desígnio e realização. Foi planejada para render a completa satisfação em favor dos escolhidos, predestinados. De fato, assegurou a salvação para os Seus.

   A salvação que Cristo adquiriu para o Seu povo inclui tudo que envolve no processo de trazer-nos a um correto relacionamento com o Pai, incluindo os dons da fé e o arrependimento. Deus não deixou aos pecadores a decisão, se a obra de Jesus Cristo será ou não efetiva, pelo contrário, todos aqueles por quem Jesus Cristo morreu, serão infalivelmente salvos.

   A redenção, portanto, foi designada para cumprir o propósito divino da eleição.

   O Senhor chamou-nos, para sermos seus servos, por intermédio de Jesus Cristo. Essa certeza traz paz e por isso o adoramos, pois, somente Ele é digno de toda honra, glória e louvor.

   Que o Senhor conceda o desejo de buscarmos a Ele, e O adorarmos, hoje e para todo sempre. A Expiação Limitada é para os seus escolhidos, nós Filhos do Deus vivo.

 

REFERÊNCIAS BÍBLICAS: Romanos 8.30; 1 Samuel 3.14; Isaías 53.11-12; Mateus 1.21; Mateus 20.28; João 3.16; João 10.14-15; João 11.50-53; João 15.13; Atos 20.28; Apocalipse 5.9.

Rev. Cristiam Matos

Nasceu, Viveu, Morreu e Ressuscitou!

Jesus! Que personagem na história!

Ninguém nasceu como Jesus Cristo. Ele foi gerado por obra do Espírito Santo de Deus. Não nasceu em pecado, não foi concebido em pecado. Ele foi anunciado por intermédio do profeta Isaías muito antes de Seu nascimento: “Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel.” Isaías 7.14

Como Filho de Deus, podia exigir o mais nobre nascimento, com pompas e a melhor preparação, a melhor recepção já vista. Porém, não foi isso que aconteceu. Ele nasceu num lugar simples, e sem muitos à sua espera, sem súditos ao seu redor.

Ninguém viveu como Ele. As duas naturezas de Cristo Jesus, Ele era 100% Deus e 100% homem, foi humano como qualquer outro humano, porém, com uma exceção, não cometeu qualquer pecado. O autor aos Hebreus afirma: “…foi Ele tentado em todas as cousas, à nossa semelhança, mas sem pecado.” Hebreus 4.15

Neste sentido, Jesus Cristo foi perfeito em sua obediência ao Pai, cumprindo, assim, o seu propósito de vir à terra, abrindo mão de sua glória eterna, esvaziando-se, tornando-se servo, para se tornar o Salvador dos homens pecadores.

Ninguém morreu como Ele, muitos outros foram condenados à morte de cruz, merecedores da morte de cruz, o próprio Jesus morreu crucificado na companhia de dois malfeitores, sem Ele merecer a condenação que era nossa, ainda assim sua morte foi única.

A morte de Jesus foi em substituição ao pecador, Ele morreu a nossa morte, qual jamais seriamos capaz de pagar, cumprir, realizar. Foi uma morte expiatória, ou seja, para pagar pela culpa do pecador e em lugar do pecador. Não foi uma morte qualquer. Foi uma morte substitutiva e em favor do pecador.

O apóstolo Paulo afirma: “Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi, que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras.” 1 Coríntios 15.3

É com essa certeza que e compreensão, entendemos que Deus perdoa o pecador de todos os seus pecados, pois Jesus carregou sobre si a culpa dos pecados do pecador.

Ninguém ressuscitou como Ele. É verdade que as Escrituras Sagradas registram outros casos de ressurreição além da ressurreição de Jesus, mas, ainda assim, ninguém ressuscitou como Ele, pois, todas as pessoas que ressuscitaram, voltaram a morrer uma segunda vez. Mas, com Jesus foi diferente. Ele ressuscitou e vive, nosso Salvador vivo está! 

Jesus ressuscitou por seu próprio poder, venceu a morte, venceu o mal e não morreu novamente. Depois de ressuscitar subiu aos céus e assentou-se à direita de Deus. Jesus, depois de ter feito a purificação dos pecados, por sua morte, assentou-se à direita de Deus, nas alturas.

Jesus! Que personagem na história! Ninguém nasceu como Ele, ninguém viveu como Ele, ninguém morreu como Ele e ninguém ressuscitou como Ele. Somente Ele é o Deus, Salvador, Purificador, Remidor.

Não existe outro caminho para a salvação, o próprio Jesus afirmou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” João 14.6

A luz do texto apresentado concluímos que Jesus Cristo é o único caminho, Ele é a verdade, Ele é a vida. NEle encontramos vida em abundância, vida eterna. Neste sentido vamos olhar para três aplicações.

Sabemos que não existe uma outra forma de chegar-se a Deus. Busque a Jesus Cristo.

Entendemos que o único caminho de se chegar ao Pai é através de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. Vivamos para Cristo.

Se alguém deseja encontrar-se com Deus, necessariamente precisa ir a Cristo. Olhe para Cristo como o único caminho, verdade e vida.

Uma boa semana.

Rev. Cristiam Matos.

Em direção ao alvo.

… prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” – Fl 3.14

 

Todas as pessoas fazem planos para suas vidas. Estabelecer objetivos alcançáveis a curto, médio e longo prazo é salutar, pois revela o desejo de desenvolver, crescer, progredir para uma condição melhor daquela que presentemente vive. 

Partindo deste pressuposto podemos afirmar que maridos responsáveis traçam os caminhos de seus passos para que suas esposas e filhos possam segui-los e apoiá-los como convém no Senhor; “mutatis mutantis” o mesmo se aplica aos solteiros (homens e mulheres) que devem estabelecer para si mesmos aonde querem chegar no futuro imediato e eterno. 

O apóstolo Paulo falou a respeito da sua situação como homem solteiro, como líder espiritual de muitos e, acima de tudo, como alguém que buscava agradar ao Senhor. Seu “alvo” era alcançar a ressurreição dos mortos (Fl 3.11) mediante o conhecimento (intimidade), e o poder da ressurreição de Cristo, e a comunhão com os seus sofrimentos (3.10). Era óbvio que Paulo ainda não tinha alcançado seu objetivo (3.12), mas ele prosseguia firme neste seu propósito e, em momento algum se prendia ao presente ou ao passado, pelo contrário, mantinha o foco para não sair do trajeto proposto (3.13-14). A palavra grega que ele usa e foi traduzida como “prêmio” refere-se à recompensa daquele que se tornou vitorioso – um atleta que tornou-se vencedor ao suplantar os outros competidores; assim sendo, para Paulo o prêmio da soberana vocação era a ressurreição dos mortos em Cristo Jesus.  

A artimanha de Satanás foi, é e sempre será justamente oferecer aos filhos de Deus “iscas” que atraiam seus olhos para que, uma vez distraídos (ou fisgados), abandonem seus alvos espirituais e morais; ao conseguir seu intento, eles se tornarão “atletas” que não darão o seu melhor, o seu máximo e, por isto, não ocuparão o lugar mais alto do pódio. 

Qual é o seu objetivo? Aonde você quer chegar? Onde estão fixos os seus olhos?

Sugiro que você atente para as palavras de Paulo: “uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão…” Sempre é tempo de voltar a fixar seus olhos em Cristo e alcançar a vida eterna.

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel

Vida eterna, eleição e boas obras.

“… assim como lhe conferiste autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste” – Jo 17.2

 

Este verso faz parte da chamada “oração sacerdotal” de Cristo, onde ele intercede diante do Pai pelos seus discípulos que estavam prestes a enfrentar as aflições próprias daqueles que são filhos de Deus. Jesus pede sua glorificação, ou seja, que seja cheio da glória, brilho, resplendor de Deus a fim de que os discípulos pudessem ver e entender que ele realmente era o Filho de Deus a quem foi conferida a autoridade sobre toda a carne. Isto o revelaria como Criador de todas as coisas, inclusive da igreja que haveria de nascer (Cl 1.15-18). Esta autoridade do Pai vista no Filho tem especificamente o poder de conceder salvação eterna às pessoas, mas não para todas: somente àqueles que foram escolhido desde a eternidade. Engana-se todo aquele que imagina que a doutrina da predestinação é de origem paulina. Jesus já a havia introduzido em suas prédicas (Mt 20.16, 22.14, 24.22, 31; Mc 13.27 e Lc 18.7) e a apresentou implicitamente quando instituiu a santa ceia (Mt 26.28 – “em favor de muitos“, o que equivale a dizer que não é para todos, mas somente os que acreditam em Jesus como o Deus encarnado). 

A vida eterna é uma concessão de Jesus. Não é por créditos adquiridos decorrentes de “boas obras” para que ninguém imagine que pelos seus próprios esforços será capaz de garantir um lugar nos céus (Ef 2.8-9). A vida eterna é dada para aqueles a quem Deus já estabeleceu. Provavelmente esta é a doutrina mais difícil para ser assimilada – verdadeiramente impossível para aqueles a quem Deus não a quer revelar. Está impregnado na alma humana o desejo de ter domínio de seu futuro, tanto material quanto espiritual. Há uma luta tremenda para aceitar o fato de que o futuro – todo ele – pertence somente a Deus, e que todos os nossos dias estão contados e escritos (Sl 139. 16). Tentam racionalizar dizendo: “se é assim, então não vale a pena ser bom”; “se meu destino já está traçado, então posso fazer o que quiser que nada vai alterá-lo”, “se a predestinação é um fato então somos meros ‘robôs’ diante de Deus”. Em resposta digo: 1) vale a pena ser bom porque todos serão julgados por suas próprias obras (Ap 20.12 – observe que existem dois livros distintos: o da Vida e o das Obras; Mt 16.27); é fato que as obras não salvam, mas determinam o galardão (salário, recompensa) eterna que cada um terá. 2) Quanto a fazer o que bem entender, as obras revelam quem é e quem não é filho de Deus (Mt 5.16; Jo 3.21, 9.4, 14.12; 2Co 11.15; Ef 2.10; Tt 1.16; Tg 2.14, 17; 1Pe 1.17; Ap 2.19, 14.13, 22.12. Leia! São importantes). 3) Quanto à salvação eterna, ela é atributo exclusivo de Deus e ninguém pode alterar; quanto a ser um robô, temos livre agência para escolher entre viver de forma que agrada a Deus ou aquela que vai desencadear a disciplina de Deus. 

Não sabemos quem são os eleitos até que eles se manifestem refletindo a glória de Deus em suas vidas, palavras e atitudes; é por isto que devemos pregar o evangelho a toda criatura. É nosso dever pregar, é prerrogativa de Deus escolher, de Cristo salvar e do Espírito santificar. Vamos fazer a parte que nos cabe, com fé e bom ânimo, e o mais o Senhor fará (Mt 6.33).

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel