Nasceu, Viveu, Morreu e Ressuscitou!

Jesus! Que personagem na história!

Ninguém nasceu como Jesus Cristo. Ele foi gerado por obra do Espírito Santo de Deus. Não nasceu em pecado, não foi concebido em pecado. Ele foi anunciado por intermédio do profeta Isaías muito antes de Seu nascimento: “Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel.” Isaías 7.14

Como Filho de Deus, podia exigir o mais nobre nascimento, com pompas e a melhor preparação, a melhor recepção já vista. Porém, não foi isso que aconteceu. Ele nasceu num lugar simples, e sem muitos à sua espera, sem súditos ao seu redor.

Ninguém viveu como Ele. As duas naturezas de Cristo Jesus, Ele era 100% Deus e 100% homem, foi humano como qualquer outro humano, porém, com uma exceção, não cometeu qualquer pecado. O autor aos Hebreus afirma: “…foi Ele tentado em todas as cousas, à nossa semelhança, mas sem pecado.” Hebreus 4.15

Neste sentido, Jesus Cristo foi perfeito em sua obediência ao Pai, cumprindo, assim, o seu propósito de vir à terra, abrindo mão de sua glória eterna, esvaziando-se, tornando-se servo, para se tornar o Salvador dos homens pecadores.

Ninguém morreu como Ele, muitos outros foram condenados à morte de cruz, merecedores da morte de cruz, o próprio Jesus morreu crucificado na companhia de dois malfeitores, sem Ele merecer a condenação que era nossa, ainda assim sua morte foi única.

A morte de Jesus foi em substituição ao pecador, Ele morreu a nossa morte, qual jamais seriamos capaz de pagar, cumprir, realizar. Foi uma morte expiatória, ou seja, para pagar pela culpa do pecador e em lugar do pecador. Não foi uma morte qualquer. Foi uma morte substitutiva e em favor do pecador.

O apóstolo Paulo afirma: “Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi, que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras.” 1 Coríntios 15.3

É com essa certeza que e compreensão, entendemos que Deus perdoa o pecador de todos os seus pecados, pois Jesus carregou sobre si a culpa dos pecados do pecador.

Ninguém ressuscitou como Ele. É verdade que as Escrituras Sagradas registram outros casos de ressurreição além da ressurreição de Jesus, mas, ainda assim, ninguém ressuscitou como Ele, pois, todas as pessoas que ressuscitaram, voltaram a morrer uma segunda vez. Mas, com Jesus foi diferente. Ele ressuscitou e vive, nosso Salvador vivo está! 

Jesus ressuscitou por seu próprio poder, venceu a morte, venceu o mal e não morreu novamente. Depois de ressuscitar subiu aos céus e assentou-se à direita de Deus. Jesus, depois de ter feito a purificação dos pecados, por sua morte, assentou-se à direita de Deus, nas alturas.

Jesus! Que personagem na história! Ninguém nasceu como Ele, ninguém viveu como Ele, ninguém morreu como Ele e ninguém ressuscitou como Ele. Somente Ele é o Deus, Salvador, Purificador, Remidor.

Não existe outro caminho para a salvação, o próprio Jesus afirmou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” João 14.6

A luz do texto apresentado concluímos que Jesus Cristo é o único caminho, Ele é a verdade, Ele é a vida. NEle encontramos vida em abundância, vida eterna. Neste sentido vamos olhar para três aplicações.

Sabemos que não existe uma outra forma de chegar-se a Deus. Busque a Jesus Cristo.

Entendemos que o único caminho de se chegar ao Pai é através de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. Vivamos para Cristo.

Se alguém deseja encontrar-se com Deus, necessariamente precisa ir a Cristo. Olhe para Cristo como o único caminho, verdade e vida.

Uma boa semana.

Rev. Cristiam Matos.

Em direção ao alvo.

… prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” – Fl 3.14

 

Todas as pessoas fazem planos para suas vidas. Estabelecer objetivos alcançáveis a curto, médio e longo prazo é salutar, pois revela o desejo de desenvolver, crescer, progredir para uma condição melhor daquela que presentemente vive. 

Partindo deste pressuposto podemos afirmar que maridos responsáveis traçam os caminhos de seus passos para que suas esposas e filhos possam segui-los e apoiá-los como convém no Senhor; “mutatis mutantis” o mesmo se aplica aos solteiros (homens e mulheres) que devem estabelecer para si mesmos aonde querem chegar no futuro imediato e eterno. 

O apóstolo Paulo falou a respeito da sua situação como homem solteiro, como líder espiritual de muitos e, acima de tudo, como alguém que buscava agradar ao Senhor. Seu “alvo” era alcançar a ressurreição dos mortos (Fl 3.11) mediante o conhecimento (intimidade), e o poder da ressurreição de Cristo, e a comunhão com os seus sofrimentos (3.10). Era óbvio que Paulo ainda não tinha alcançado seu objetivo (3.12), mas ele prosseguia firme neste seu propósito e, em momento algum se prendia ao presente ou ao passado, pelo contrário, mantinha o foco para não sair do trajeto proposto (3.13-14). A palavra grega que ele usa e foi traduzida como “prêmio” refere-se à recompensa daquele que se tornou vitorioso – um atleta que tornou-se vencedor ao suplantar os outros competidores; assim sendo, para Paulo o prêmio da soberana vocação era a ressurreição dos mortos em Cristo Jesus.  

A artimanha de Satanás foi, é e sempre será justamente oferecer aos filhos de Deus “iscas” que atraiam seus olhos para que, uma vez distraídos (ou fisgados), abandonem seus alvos espirituais e morais; ao conseguir seu intento, eles se tornarão “atletas” que não darão o seu melhor, o seu máximo e, por isto, não ocuparão o lugar mais alto do pódio. 

Qual é o seu objetivo? Aonde você quer chegar? Onde estão fixos os seus olhos?

Sugiro que você atente para as palavras de Paulo: “uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão…” Sempre é tempo de voltar a fixar seus olhos em Cristo e alcançar a vida eterna.

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel

Vida eterna, eleição e boas obras.

“… assim como lhe conferiste autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste” – Jo 17.2

 

Este verso faz parte da chamada “oração sacerdotal” de Cristo, onde ele intercede diante do Pai pelos seus discípulos que estavam prestes a enfrentar as aflições próprias daqueles que são filhos de Deus. Jesus pede sua glorificação, ou seja, que seja cheio da glória, brilho, resplendor de Deus a fim de que os discípulos pudessem ver e entender que ele realmente era o Filho de Deus a quem foi conferida a autoridade sobre toda a carne. Isto o revelaria como Criador de todas as coisas, inclusive da igreja que haveria de nascer (Cl 1.15-18). Esta autoridade do Pai vista no Filho tem especificamente o poder de conceder salvação eterna às pessoas, mas não para todas: somente àqueles que foram escolhido desde a eternidade. Engana-se todo aquele que imagina que a doutrina da predestinação é de origem paulina. Jesus já a havia introduzido em suas prédicas (Mt 20.16, 22.14, 24.22, 31; Mc 13.27 e Lc 18.7) e a apresentou implicitamente quando instituiu a santa ceia (Mt 26.28 – “em favor de muitos“, o que equivale a dizer que não é para todos, mas somente os que acreditam em Jesus como o Deus encarnado). 

A vida eterna é uma concessão de Jesus. Não é por créditos adquiridos decorrentes de “boas obras” para que ninguém imagine que pelos seus próprios esforços será capaz de garantir um lugar nos céus (Ef 2.8-9). A vida eterna é dada para aqueles a quem Deus já estabeleceu. Provavelmente esta é a doutrina mais difícil para ser assimilada – verdadeiramente impossível para aqueles a quem Deus não a quer revelar. Está impregnado na alma humana o desejo de ter domínio de seu futuro, tanto material quanto espiritual. Há uma luta tremenda para aceitar o fato de que o futuro – todo ele – pertence somente a Deus, e que todos os nossos dias estão contados e escritos (Sl 139. 16). Tentam racionalizar dizendo: “se é assim, então não vale a pena ser bom”; “se meu destino já está traçado, então posso fazer o que quiser que nada vai alterá-lo”, “se a predestinação é um fato então somos meros ‘robôs’ diante de Deus”. Em resposta digo: 1) vale a pena ser bom porque todos serão julgados por suas próprias obras (Ap 20.12 – observe que existem dois livros distintos: o da Vida e o das Obras; Mt 16.27); é fato que as obras não salvam, mas determinam o galardão (salário, recompensa) eterna que cada um terá. 2) Quanto a fazer o que bem entender, as obras revelam quem é e quem não é filho de Deus (Mt 5.16; Jo 3.21, 9.4, 14.12; 2Co 11.15; Ef 2.10; Tt 1.16; Tg 2.14, 17; 1Pe 1.17; Ap 2.19, 14.13, 22.12. Leia! São importantes). 3) Quanto à salvação eterna, ela é atributo exclusivo de Deus e ninguém pode alterar; quanto a ser um robô, temos livre agência para escolher entre viver de forma que agrada a Deus ou aquela que vai desencadear a disciplina de Deus. 

Não sabemos quem são os eleitos até que eles se manifestem refletindo a glória de Deus em suas vidas, palavras e atitudes; é por isto que devemos pregar o evangelho a toda criatura. É nosso dever pregar, é prerrogativa de Deus escolher, de Cristo salvar e do Espírito santificar. Vamos fazer a parte que nos cabe, com fé e bom ânimo, e o mais o Senhor fará (Mt 6.33).

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel