Senhor, usa-me como um intercessor – Ezequiel 22.12-30

O esquecimento de Deus é a causa de todos os pecados de uma cidade ou de um povo. Os pecados de Jerusalém foram elencados como crueldade, idolatria, desprezo aos pais, opressão aos estrangeiros, maus tratos aos órfãos e viúvas, desprezo as coisas santas, profanação do sábado, promoção de intrigas para derramar sangue, tramar perversidade, incesto, adultério, subornos, usura e extorsão.

Agora precisamos fazer uma pergunta: Qual é a origem de tudo isso?

O versículo 12 nos responde; “De mim te esqueceste, diz o Senhor”. Quando não se dá atenção ao que é de Deus, aquilo que Deus ordena, proíbe, aprova, condena, quando não reconhecem seu olhar, poder, juízo, a prestação de contas diante dEle. Isso leva as pessoas a cair em todo o tipo de pecado, lascívia e transgressão. O esquecimento de Deus é a causa de todos os pecados.

No versículo 30 Deus está buscando alguém que tapasse o muro, a expressão no hebraico é “um tapume que tapasse”, as palavras são metafóricas, e essa metáfora foi extraída das vinhas, que costumava ter cercas e tapumes sobre elas para protegê-las de tudo que lhe pudesse causar dano.

Os Judeus eram a vinha de Deus e Ele o tinha cercado e coberto, pois eles eram o jardim de Deus. A cerca, tapume ou muro sobre seu povo era a sua proteção sobre ele.

O tapume qual o Senhor está colocando é a Boa Doutrina, Adoração Pura, Boas Leis, Bons Profetas, Homens de Oração, para preservá-los de todo erro, opiniões corruptas e pagãs, cuja aceitação era um perigo.

Deus forneceu aos Judeus, palavras certas, testemunhos seguros, oráculos vivos, mandamentos fiéis, pelo qual deviam julgar todas as doutrinas e opiniões.

O Senhor coloca que apesar dos muitos graves pecados que abundavam em Jerusalém, se Ele tivesse encontrado algum justo, com oração fervorosa, procurado tapar o muro, como Moisés, que se colocou na brecha, brecha que o pecado ali causara, levantando-se zelosamente contra o mal, buscando a reforma da cidade, Ele não teria prosseguido com os juízos. Se ali tivesse havido um único profeta além de Jeremias, uns poucos sacerdotes, um ou dois príncipes piedoso, umas poucas pessoas de oração, o Senhor não teria prosseguido.

Não é suficiente falar dos homens a Deus, é necessário falar de Deus aos homens. A vida de oração é o balsamo do cristão, mas isso não nos desobriga da responsabilidade da evangelização. Todas as pessoas chamadas por Deus para a salvação são enviadas por Deus a proclamar a salvação. Uma vida de oração produz cristãos que proclamam a palavra de Deus, para a glória de Deus. Cumprindo assim o ide.

Nosso maior exemplo de intercessão é sem dúvida, Jesus Cristo, a bíblia diz que Ele está sempre intercedendo por nós junto do Pai. Durante todo o Seu ministério aqui na terra, Cristo orava especialmente por seus discípulos, para que estivessem prontos para a grande missão de pregar o evangelho.

Em sua última noite com os discípulos Jesus intercedeu, pedindo ao Pai para proteger os discípulos, pedindo que eles vivessem em união, por todos que no futuro iram crer nEle. Para permanecerem todos perfeitamente unidos com Deus e uns com os outros.

Os homens mais ilustres da história sacra, desde as eras mais remotas, foram homens de oração, intercessores fervorosos. Abraão orou por Sodoma, e antes de destruir Sodoma livrou seu sobrinho Ló. Deus estava para destruir a multidão rebelada no deserto, quando Moisés clama aos céus, dizendo, “Agora, pois, perdoa-lhe o pecador; ou se não risca-me, peço-te, do livro que escreveste”.

As grandes intervenções de Deus na história são realizadas em resposta às orações do Seu povo, que ora conforme a vontade do Pai.

Rogo a Deus que inflame nosso coração para sermos intercessores, um verdadeiro reparador de brechas, não deixe esse fogo apagar em seu peito.

Diga ao Senhor, eis-me aqui, usa-me como um intercessor, para a glória do Seu Santo nome.

Quando você se coloca diante de Deus, e pede para Ele usá-lo como intercessor, Ele também o usará como testemunha do evangelho.

Diga ao Senhor, eis-me aqui, usa-me como uma testemunha do evangelho.

Rev. Cristiam Matos

Adorar a Deus – Jó 1.20-22

Jó adora ao Senhor com todas as forças de sua vida, percebemos isso em sua declaração, se Deus deu, Ele pode tomar e continua sendo Deus.

Jó sabia que suas conquistas entre o berço e a sepultura não tinha nenhum valor, pois Deus está acima de todas as coisas.

A sua integridade e retidão o faz servo fiel a Deus, independente dos acontecimentos, ele era fiel ao Senhor.

Esta passagem nos mostra, que em meio as provações e sofrimentos, Deus está ao nosso lado, nos ensina que devemos ser fiéis somente a Ele. Por esse motivo o amor deve ser sincero, com o coração, de forma íntegra, até o final. Glorifique a Deus em todos os momentos e circunstâncias. O adore sempre!

Deus havia feito Jó seu filho através da graça redentora. Cristo Jesus, foi cem porcento homem e cem porcento Deus, em sua forma humana, Ele sente frio, cansaço, dor, é humilhado e tentado de todas as formas.

Cristo Jesus é fiel ao Pai de tal forma que vence as tentações, quando sua morte na cruz se aproxima, Ele pede ao pai, que se fosse possível, que o cálice fosse passado, porém Cristo faz a seguinte declaração, que seja feita a vontade do Pai.

Cristo morre a nossa morte, seu sangue nos lava, Ele é fiel até a morte e morte de cruz.

Nós somos feitos a imagem e semelhança de Deus, como discípulos sejamos fiéis ao Senhor nosso salvador. Nós também somos feitos filhos do Pai, através da graça redentora.

O primeiro capítulo de Jó traz a resposta para nossa pergunta, qual fazemos em algum momento na vida; Qual o significado da fé?

O Significado da fé é adorar a Deus em todas as circunstâncias. O homem temente a Deus tem algumas virtudes em evidência. Ele é integro e reto, de caráter inquestionável, e de retidão diária. Guia pelos caminhos do Senhor a sua família, ensinado, orando e sendo exemplo no lar. Virtude que todo sacerdote do lar deve ter.

Fica um grande desafio para você, adore a Deus, como Cristo Jesus o fez. Pois somos discípulos do Senhor. Não deixe que as circunstâncias lhe afastem dEle.

Que Deus abençoe sua vida.

Rev. Cristiam Matos

Compromisso pessoal.

“Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.  Onde quer que morreres, morrerei eu e aí serei sepultada; faça-me o SENHOR o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti” – Rute 1.16-17 

 

A humanidade está cada vez mais individualista. O homem é o centro de todas as coisas, e tudo gira em torno de seus desejos. Na atual conjuntura colocar-se ao lado de outra pessoa só é admissível se houver vantagens e possibilidades reais; na medida em que estas vantagens e possibilidades se deterioram, nada mais justo do que abandonar ou quebrar estes laços e criar novos com outra pessoa. Isto se aplica a praticamente tudo neste mundo: relações trabalhistas, relações familiares, relações estudantis, relações sociais e até mesmo relações religiosas. O importante é a satisfação do indivíduo, mesmo que isto signifique que as outras pessoas tenham prejuízo moral, emocional e espiritual. Esta visão utilitarista e individualista pode ser considerada como algo amoral, porém provoca tristeza e dor até mesmo naqueles que as vivenciam. 

Não era para ser assim. Deus, ao criar todas as coisas – inclusive a humanidade – fez uma aliança eterna com tudo e todos.  Ele seria o Deus provedor e tudo giraria em torno de sua pessoa, para o louvor da sua glória. O primeiro a “quebrar” as regras e a querer uma “carreira solo” foi Satanás. O questionamento que abrigou em seu coração foi: “porque tudo tem que girar ao redor dele? Porque não pode girar ao meu redor”? E a primeira ruptura apareceu e trouxe consigo as suas próprias conseqüências. Depois disto foi a humanidade representada por Adão e Eva: mesmo questionamento, mesma atitude rebelde, mesmo resultado terrível – afastar-se de Deus. Com Adão e Eva teve o agravante de se romper os laços de confiança entre o casal, pois Adão descaradamente acusou Eva de tê-lo “seduzido” e Deus por ter dado a mulher a ele; já a mulher culpou a serpente que a “enganou”; e lá se foram os compromissos assumidos…

Deus não muda em suas alianças e algumas pessoas de caráter estabelecem para si compromissos pessoais e não mudam. Este é o caso de Rute, a moabita, que nem pertencia ao povo de Israel, mas estava casada com um dos filhos de Noemi. As alianças feitas pelo casamento foram dissolvidas com a morte dos homens, e assim Noemi, Rute e Orfa não possuíam vínculos sanguíneos a serem mantidos. Fazendo um trocadilho com o significado do nome de Orfa, ela deu as “costas” para sua sogra e voltou para a sua terra; e usando da mesma lógica com o significado do nome de Rute, ela se mostrou uma verdadeira “amiga” para Noemi. O compromisso que Rute assumiu foi algo estranho, pois Noemi passou a ser o centro de suas atenções. Rute lhe fez promessas de companheirismo, de união, de divisão das desventuras que estavam propostas, e da partilha de um mesmo povo e um mesmo Deus; seu compromisso é assumido sem a menor garantia de tolerância e paciência, ou atrelado à uma atitude positiva de Noemi; e mais: é um compromisso de vida e morte. É o estabelecimento de uma aliança forte, intensa, honesta, destituída de qualquer vínculo físico ou cunho sexual, pois é apenas afetivo como se fora de uma filha para com sua mãe. 

Um compromisso desta magnitude é provado intensamente. Eram mulheres, viúvas, pobres e famintas, mas estavam juntas para enfrentar o que a vida lhes oferecesse. Que exemplo para muitas pessoas! Que modelo para muitos relacionamentos familiares! Ah se esposas dissessem isto para seus maridos e honrassem suas palavras… ah se maridos afirmassem isto para suas esposas e cumprissem estas promessas… certamente muitos casamentos ainda existiriam nos dias de hoje. 

O homem e a mulher moderna não querem prender-se a ninguém; podem até dividir um apartamento, alguns momentos de vida, mas na primeira dificuldade, na primeira frustração, na primeira palavra mal dita já estarão de malas prontas para irem ao encontro do algo novo. É a falsa idéia de que não vale a pena consertar, que o custo é muito alto, que o melhor é substituir por uma “peça nova” – pode ser um marido, uma esposa, filhos, chefes, empresas, cidades ou até mesmo país, porque nada prende a pessoa moderna. 

Parece um cenário triste e desolador, porém acredito na história de Elias que, desiludido com sua geração e circunstâncias, pediu a morte para Deus. No entanto, o Senhor lhe revelou que havia um remanescente fiel que não havia se curvado ante os “deuses” da modernidade e ainda eram fiéis ao Senhor. 

Sou um destes que teimam em acreditar que ainda há esperança, que ainda existem pessoas de caráter que honram seus compromissos até a morte, que tem uma aliança eterna com Deus e que possui relacionamentos fiéis e constantes. Creio que ainda existem “Rutes e Noemis” para nos ensinarem que vale a pena se comprometer, que no tempo certo tudo vai se ajeitar, melhorar e culminar com a glória de Deus. Você é uma destas pessoas?

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel

Insatisfação conjugal

Porque cinco maridos já tiveste, e esse que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade” – Jo 4.18

 

Casamento é uma instituição divina. No livro de Gênesis encontramos a criação do homem feito do pó do barro, e depois a criação da mulher feita da costela do homem (por isto a raça humana compartilha de um mesmo DNA). Feita a mulher, Deus a entregou ao homem para que fosse sua auxiliadora idônea, isto é, capaz de ajudá-lo em todas as tarefas que eram necessárias para a manutenção do Jardim do Édem. 

Do advento do pecado surge a dureza de coração, e o casamento tornou-se um desafio a ser vencido. Casamento não é um jogo de xadrez onde o objetivo é derrotar o oponente, mas um jogo de “embaixadinhas” cujo objetivo é manter a bola no ar e, para isto, é necessária uma sincronia e esforço conjunto. 

O divórcio não é do agrado de Deus (Ml 2.16 – repúdio aqui é sinônimo de divórcio), mas foi permitido por causa da dureza de coração (Mt 10.4-9 – confira!). Jesus só admitia o divórcio em caso de adultério (Mt 5.31-32). 

Não quero entrar nas minúcias do divórcio, mas abordar o propósito do novo casamento. A pergunta é: Se não deu certo da primeira vez, porque tentar de novo?

Tudo está na observação do Senhor antes, quando o homem estava só. Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só” e disto infere-se que a solidão não é algo bom. Há um desejo entranhado em estar ao lado de outra pessoa, de compartilhar com ela venturas e desventuras, de crescer e envelhecer juntas, de contribuírem uma com a outra a fim de se tornarem pessoas melhores. A tentativa do novo casamento não é só para suprir esta carência, mas e também a oportunidade para corrigir os erros anteriores que ocasionaram à separação. Quem casa pela segunda vez tem sempre a esperança de que desta vez será melhor e mais duradoura.

A mulher samaritana teve cinco matrimônios. Ela devia ter seus encantos para conseguir este feito, mas também devia ter seus defeitos para não manter nenhum deles. Agora ela estava numa “relação estável” – que não era considerada como casamento de fato. Seu cônjuge era o que muitos chamam de “namorido” – metade namorado, metade marido. 

Nestes meus muitos anos de pastorado vi que não há vantagem em trocar de cônjuge (até mesmo porque dizem que homem é tudo igual…). O que efetivamente aprendi é que devemos cuidar muito bem da pessoa que desejou e se empenha para estar ao nosso lado, com amor, respeito e valorização para que o casamento melhore dia a dia. É nesta caminhada que os dons espirituais são necessários (amor, paz, longanimidade, bondade, etc.) tanto para a edificação espiritual do cônjuge quanto a nossa própria. Corações duros tendem a provocar dor e separação e, por isto, cada um deve cuidar do seu próprio coração para que não  endureça. A solução está em ser maleável e disposto ao diálogo, a encontrar os pontos de convergência ao invés dos que divergem. Jesus sabia que aquela mulher passou e passava no matrimônio, e o fato dele revelar-lhe sua condição conjugal em nada a tornava mais aceitável, tolerável ou menos dolorosa.

O mundo espelha-se na mulher samaritana e diz: “Este é o modelo ideal, se você não é feliz, siga em frente!” “A fila anda!”. “Vai na fé que no próximo dá certo!”. Já o Senhor diz que casamento não é para “ser feliz”, mas para fazer o outro “feliz”, pois na saciedade dele está sua recompensa e alegria. 

Se você ainda não casou, leve esta mensagem em consideração; se você é casado, honre seu matrimônio fazendo a parte que lhe cabe com alegria e fé; se você tem problemas de relacionamento, ouça a instrução que vem da Palavra de Deus e não o que o mundo está “gritando” aos quatro ventos. 

Casamento é instituição de Deus, o resto é permissão que levará ao sofrimento e dor. 

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel.

Sofrimento e esquecimento.

Então, disse Faraó: Deixar-vos-ei ir, para que ofereçais sacrifícios ao SENHOR, vosso Deus, no deserto; somente que, saindo, não vades muito longe; orai também por mim. ” – Ex 8.28

 

Creio ser de conhecimento comum as dez pragas do Egito. Histórias infantis, filmes, pregações, enfim, seja qual for o meio usado e independentemente se foram fiéis ou “mais ou menos”, o fato é que as dez pragas ficaram conhecidas por causa do coração endurecido do faraó (morador da casa grande considerado semi-deus e governador do Egito). Esta história real nos leva a algumas considerações: Quantas vezes Deus precisa mostrar o seu poder para que alguém faça a sua vontade? Quantas vezes Deus age sobrenaturalmente e as pessoas não entendem que é Deus agindo? 

Não existe a menor dúvida que cada uma das pragas trouxe muito sofrimento aos habitantes do Egito e seu rei. A primeira foi a transformação da água potável em sangue (Ex 7.19), porém os magos do Faraó fizeram um milagre semelhante e isto sequer foi levado em consideração como um milagre ou ameaça ao reino (Ex 7.23). A segunda foi o surgimento de um número tal de rãs que estas entrariam nas casas, subiriam nas camas, dentro dos fornos e nos lugares de fazer pão (Ex 8.3). Certamente este era um grande inconveniente, mas Faraó não se abalou porque seus magos fizeram o mesmo com suas ciências ocultas (Ex 8.7). Porém, fazer aparecer mais era uma coisa, mas livrar-se de todas eram outros quinhentos… Faraó pediu para que Moisés e Arão intercedessem pelo Faraó e os egípcios e, se fossem atendidos, deixaria os judeus irem adorar a Deus no deserto (Ex 8.8). As rãs morreram, houve alívio na terra, e Faraó endureceu seu coração mais uma vez. Enfim, a cada praga dada uma nova promessa de libertação era feita e depois não era cumprida. Criou-se aqui um ciclo vicioso onde as intervenções miraculosas de Deus só eram entendidas no meio do sofrimento, e cessando a praga vinha o alívio da dor e o esquecimento de cumprir as promessas feitas. 

É significativo que Faraó, no momento da aflição solicitasse as orações de Moisés e Arão apesar de não acreditar no Deus Todo Poderoso.  Era uma incoerência sem limites, mas esta mesma atitude é comum em nossos dias entre aqueles que sofrem, pois não importa quem vai fazer as orações ou onde elas serão feitas porque absolutamente nenhuma oração é rejeitada, apesar de perseguirem aqueles que não possuem a mesma fé (Ex 8.26 – leia porque é importante).

Faraó e os egípcios, mesmo presenciando as intervenções divinas, não se dobraram ao Senhor. Suas mentes estavam entorpecidas com seus deuses e seus rituais, e jamais reconheceriam que o Deus dos hebreus era maior que os deles ou ainda que era o único Senhor verdadeiro. 

O sofrimento pode afetar o juízo e a fé; pode fazer concessões pequenas e imediatas devido a dor e o sofrimento, mas não produzem transformações efetivas no coração e no espírito. Finda a dor vem o esquecimento do que Deus fez e faz, e tudo volta ao “normal”. 

Quero levantar algumas questões para que você possa pensar: 1) Você ora somente quando está sofrendo ou quando seus queridos passam por aflições? 2) Você aceita oração de qualquer pessoa mesmo sabendo que não acreditam em Jesus Cristo? 3) Quando o milagre acontece ou a resposta de oração chega, você tem a capacidade de se lembrar dos seus compromissos assumidos? 

Cuide para que seu coração não se endureça diante do Senhor.

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel