Oração com intimidade

Neemias orou com intimidade

Todo começo de ano temos a semana de oração, momentos dedicados somente a conversar com o Senhor. Para nossa reflexão hoje, falaremos sobre oração, esse momento extraordinário de falarmos com o Senhor. Para nossa instrução usaremos Neemias.

Durante quatro meses Neemias orou a Deus “dia e noite” em favor do seu povo. Não encontramos relatos de que a oração de Neemias, era para os exilados retornarem à Palestina, mas, para que Deus os protegesse. Ele sabia que somente o Senhor com sua proteção sobrenatural, a cidade poderia sobreviver e ser restaurada. 

Neemias era copeiro do rei, posição essa, de destaque e de confiança na corte persa, a obrigação do copeiro, era provar o vinho e a comida do rei, para verificar se não estava envenenado. Segundo alguns estudiosos da história antiga, o copeiro tinha mais influência que o comandante em chefe.

Observe que a posição de Neemias, não lhe subiu a cabeça, não ficou soberbo, não deixou que a vaidade o consumisse, não se afastou de Deus, manteve sua intimidade com o Senhor. Ele orava confiando no Senhor, dessa maneira sua intimidade com Deus era preservada.

Umas das lições que aprendemos aqui, é a intimidade que o cristão deve ter com Deus. Todo cristão deve nutrir uma vida de oração, ela é o balsamos do cristão, seu combustível, o momento que a conversa com o Pai se torna próxima.

Neemias não contou sua aflição para outro, ele procurou o Senhor, colocando diante dEle sua dor. Neemias sabia que somente o Senhor, o Deus, Reis dos reis, qual tem o controle de todas as coisas, ouviria sua oração, com o espírito consolador restauraria a cidade e daria paz ao povo.

Neemias tinha intimidade com Deus, orava ao Senhor nos momentos de dificuldade do próximo, de luta em que a cidade estava passando. Observe que a oração de Neemias não era em benefício próprio, seus pedidos eram em prol dos outros, da cidade. Jesus Cristo não orou em benefício próprio, mas sempre pelo próximo.

Neemias usa a expressão “Perante o Deus dos céus”; O que entendemos pela expressão “perante o Deus dos céus”?

Está expressão nos dá base para reafirmar a intimidade que Neemias tinha com o Senhor, pois, estar perante o Deus é como contemplar o seu rosto. O salmista Davi pedi somente uma coisa, “A Deus, o Senhor, pedi uma coisa, e que eu quero é só isto: Ele me deixe viver na sua casa todos os dias da minha vida, para sentir, maravilhado, a sua bondade e pedir a sua orientação.”

Esta oração tem que estar nos lábios do cristão, adorar a Deus, estar na presença de Deus, contemplar o rosto de Deus, ouvir a voz do Senhor, pedir-lhe conselhos.

Buscar ao Senhor, morar na casa do Senhor é desfrutar da presença de Jesus Cristo ao longo de toda a vida. Desfrute de Jesus Cristo, tenha intimidade com Ele, sinta prazer de colocar-se como servo de dEle, chore na presença do Senhor.

A Escritura Sagrada apresenta a nós o grau de intimidade de Moisés com Deus, “face a face”, seu prazer estava no Senhor, ele tinha intimidade com o Pai.

Abrão gozava desta intimidade com Deus a ponto de ser chamado o “amigo de Deus”.

Jesus era muito íntimo de Deus quando orava, Ele nos ensinou a orar com intimidade, Ele intercede por nós até hoje, demonstrando que a oração é nutrir a intimidade com o Senhor. Oremos assim, como Jesus Cristos ensinou, como Neemias orava.

Tenha intimidade com Senhor!

Nesta devocional, aprendemos que precisamos interceder pelo próximo, sentimos que precisamos ter mais intimidade com o Senhor, ter mais tempo com o Senhor, colocando-se de joelhos e conversando com o nosso Salvador.

Que o nosso Senhor Jesus Cristo, conceda a nós um coração ensinável e desejável por Ele. Que nossos joelhos estejam dobrados para falar com o Senhor, todos os dias.

Que o nosso Senhor e Salvador, abençoe sua vida e oremos, pelo nosso país, governantes, líderes religiosos e pelo crescimento do evangelho.

Que o avivamento venha do céu, começando em mim e seguindo além!

Louvado seja o Nome do Nosso Senhor.

Rev. Cristiam Matos

Armadura de Deus – Parte 8

“…e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” – Ef 6.17b

 

Todas as peças de uma armadura que são presas ao corpo são para proteção. A função é manter intactos os órgãos internos e os membros superiores e inferiores para que o soldado permaneça vivo e atuante.

Outras duas peças servem tanto para defesa quanto para desferir golpes: o escudo e a espada. Sobre o escudo discorremos numa pastoral anterior; hoje trataremos sobre porque o apóstolo Paulo fez da analogia entre esta última e a Palavra de Deus. 

Quem conhece um pouco da história da humanidade entende que cada povo forjava espadas conforme o tipo de combate. Elas podiam ser longas e retas ou longas e curvadas, finas ou grossas, largas ou estreitas, afiadas em um ou dois lados. Os escritores do Novo Testamento usavam duas palavras para espada: “machaira”, uma faca grande ou espada curta para combate corpo a corpo; e “rhomphaia”, uma espada longa geralmente para uso a cavalo. Paulo faz referência à primeira, visualizando o gládio romano, uma espada curta com lâmina de 65 a 95 centímetros, afiada em ambos os lados e com ponta afilada. O cabo consistia em um punho com um pomo metálico para contrapeso. Era eficiente para cortar tanto no avanço do golpe como em seu retrocesso, e sua ponta era forte o suficiente para penetrar uma armadura e produzir algum ferimento.

A analogia de Paulo é muito esclarecedora. Ele atribui ao
Espírito Santo a propriedade da espada, o que a torna um instrumento divino, cheio de vida e de vontade própria. Podemos entender nas entrelinhas que não é o soldado que está no controle dela, mas sim o Espírito Santo a quem ela pertence. Assim é a Palavra de Deus: uma arma poderosa para o uso do cristão, cuja eficácia dos “golpes” depende do Espírito Santo. Jesus fez uso da Palavra ao confrontar-se com Satanás no deserto (Leia Mateus 4.1-11). Ao ser tentado para transformar pedras em pão e assim saciar sua própria necessidade, Jesus respondeu: “está escrito…”; Satanás tentou lutar com as mesmas armas e “deu” amparo com textos bíblicos para sua sedução (v.6), e Jesus permaneceu firme defendendo-se com a Palavra (v.7); por fim Satanás fez uma última investida tentando alterar os desígnios eternos de Deus e proporcionar um atalho para Jesus onde não haveria necessidade de dor,  sofrimento e humilhação na cruz (v.9); e Jesus mais uma vez se manteve impávido sob a égide da espada da Palavra como um defensor da justiça divina (v.10). 

O autor de Hebreus, referindo-se a Palavra, diz: “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração” – Hb 4.12. 

Você tem em suas mãos uma espada afiada, precisa e letal contra as hostes do inimigo da sua alma. Ela serve tanto para sua defesa quanto para rechaçar os ataques do maligno. Leia a Bíblia! Conheça o seu poder espiritual! Sinta a vida que o Espírito Santo dá a ela! Levante-a bem alto, com fé e com vigor. Disponha-se para lutar bem preparado, bem vestido com toda a armadura de Deus, com todas as armas que estão ao seu alcance. Acima de tudo, lembre-se: Em Cristo somos mais que vencedores! (Rm 8.37).

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel 

Armadura de Deus – parte 7

“Tomai também o capacete da salvação…” – Ef 6.17

 

De todas as partes de uma armadura provavelmente a mais desconfortável é o capacete. É uma peça pesada que é presa por baixo do maxilar, o que provoca uma sensação de sufoco. Se a correia estiver frouxa, o capacete “dança” na cabeça quando o militar está andando, e pode cair se fizer um deslocamento rápido. Por mais incômodo que seja, qualquer soldado envolvido numa guerra necessita de um capacete, e todo o oficial consciente exige seu uso.

O principal objetivo do capacete é preservar o funcionamento do cérebro do militar em ação porque traumas oriundos de golpes de espada ou quaisquer outros instrumentos de metal ou madeira podem provocar tontura, cegueira, surdez, paralisia parcial ou total do corpo. Em qualquer caso, o soldado ferido estará incapacitado para o combate. 

Paulo usou este objeto como analogia da salvação eterna e, consequentemente, da importância da preservação da alma do cristão. A palavra usada em grego para salvação é “soterion”, e significa aquele ou aquilo que salva, que traz salvação, que livra de perigo iminente; e quando falo em “alma” estou me referindo àquela parte intrínseca ao ser humano, porém imaterial, produto final do raciocínio que processa e imprime todas as lembranças, informações e experiências físicas e metafísicas e as usa na construção da personalidade e do caráter de cada indivíduo tornando-o único, exclusivo, totalmente diferente de qualquer outra pessoa. Paulo entendia que a salvação eterna abrangia a alma do eleito, e que a mente do cristão precisava de uma proteção especial na dura batalha proporcionada pelo maligno. 

O capacete de Deus permanece uma analogia válida para nossos dias. O eleito do Senhor deve ter conhecimento e apropriar-se da salvação eterna proposta por Cristo Jesus na cruz consciente de que isto “blinda” sua alma dos vis ataques de Satanás e garante sua sanidade mental e espiritual. 

Você tem usado o capacete que Deus lhe concedeu?

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel 

Armadura de Deus – Parte 6

Embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno” – Ef 6.16

 

Independente do material que o escudo era confeccionado (madeira, couro ou metal) sua estrutura interna consistia de duas tiras de couro onde uma vestia o antebraço e outra era segurada pela mão. Até hoje é uma arma impressionante, que serve tanto para defesa como para desferir golpes no oponente. Algumas possuíam uma ponta metálica central semelhante as das lanças que poderia perfurar armaduras ou o rosto dos adversários. Nossa geração tem em seu favor a produção de filmes e documentários que mostram o uso dos escudos na prática. Quem já não viu a formação “tartaruga” aperfeiçoada pelos romanos? Aquela onde os escudos eram colocados lado a lado e também por sobre a cabeça dos soldados? Quem não assistiu filmes como “gladiador”, “tróia” ou “coração valente” onde os escudos protegiam da “chuva” de flechas? O apóstolo Paulo bem sabia quão importante era este instrumento para o combatente romano, e como ele era capaz de salvar a vida no calor intenso da batalha. 

Paulo conclama seus leitores a usar e aproveitar bem esta arma de defesa e ataque que o Senhor concedeu aos seus santos: a fé em Cristo Jesus. Fé é um equipamento poderoso que protege das flechas incendiárias do inimigo de nossas almas. Na galeria dos heróis da fé estão homens e mulheres que lutaram bravamente pelo evangelho fortalecidos pelo amor de Cristo, e alcançaram a vitória esperada: a vida eterna (Rm 8.35-39. Leia! É importante). 

Sei que parece estranho Paulo falar sobre dardos inflamados, mas a analogia é muito pertinente. As tentações são estas flechas que tem alvo definido: o nosso coração. Cada tentação é uma seta em chamas capaz de ferir profundamente e proporcionar uma dor indescritível. Devido à velocidade que as flechas alcançam, as chamas passam despercebidas; o que se ouve é o silvo delas rasgando o ar e anunciando o perigo iminente. Somente um bom escudo é capaz de evitar a tragédia; somente a fé é capaz de resistir a tentação.

Este escudo protetor faz parte da armadura que Deus preparou para sua vida. Usá-lo é sinal de sabedoria e prudência. Você já embraçou este armamento?

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel  

Armadura de Deus – Parte 5

Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz” – Ef 6.15

 

Uma das partes mais importantes do uniforme ou “armadura” para um soldado é, sem dúvida,  aquela que diz respeito aos seus pés. Eles precisam estar bem acondicionados, protegidos e confortáveis para que o soldado possa caminhar por muitos quilômetros ou fazer pequenos deslocamentos acelerados, seja qual for o terreno que tenha de percorrer. 

Conta-se que na segunda guerra mundial, a Força Expedicionária Brasileira impressionou por sua resistência diante do clima hostil que enfrentavam. As tropas aliadas sofriam com o frio e a neve, pois os pés constantemente úmidos causavam diversos problemas, e entre eles a amputação de dedos por causa da gangrena. Os brasileiros, mal aparelhados e com uniformes mais leves do que o tempo recomendava, não tinham tanta dificuldade. A solução encontrada pelos pracinhas foi “forrar” roupas e coturnos com folhas de jornais, e isto os mantinha quentes e secos. 

O apóstolo Paulo, descrevendo a armadura romana, teve o cuidado de referir-se ao calçado e criou um paralelo de importância com a “preparação” do evangelho da paz. Como no militarismo romano, todo bom soldado deve estar sempre pronto para cumprir ordens e, portanto, devidamente trajado para qualquer situação; nada deve impedi-lo de cumprir suas ordens, seja dia ou noite, calor ou frio intenso, clima seco ou úmido. 

Creio que não há dúvidas sobre o intento de Paulo neste verso, pois todo cristão engajado nas fileiras do Senhor precisa estar preparado para dar razão de sua fé. Há uma grande possibilidade do apóstolo referir-se ao profeta Isaías que disse: “Que formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina! – Is 52.7. 

Todo crente deveria estar preparado para falar do evangelho de Cristo, das boas novas de salvação, da promoção da paz entre Deus e os homens mediante o sacrifício de Jesus. Você está?

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel

Armadura de Deus – Parte 4Armadura de Deus - Parte 4

“Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça” – Ef 6.14

O primeiro registro bíblico sobre uma armadura está em  1Sm 17.38-39 e diz que ela pertencia ao rei Saul. A palavra hebraica usada é “mad med” que significa tecido grosso e espesso, algo bem entrelaçado e forte, parecido com um carpete. Como ela pertencia a Saul, um homem mais alto e robusto, Davi não tinha a devida mobilidade para andar, quanto mais para lutar. Nestes mesmos versos também aparece a couraça (shiryone), um artefato geralmente de couro batido e resistente, mas também poderia ser de metal. 

O apóstolo Paulo tem em mente a armadura romana, e a descreve como algo realmente capaz de oferecer proteção ao corpo do guerreiro e ao mesmo tempo lhe dar a mobilidade necessária para defender-se ou entrar em combate corporal com seu inimigo. Paulo exortou seus leitores para que recebessem esse presente dado por Deus e o usassem para se protegerem das investidas do inimigo de nossas almas. 

A primeira peça que ele se refere é uma espécie de cinta de tecido de algodão que tinha como função proteger o ventre e os lombos, e era colocada sobre a túnica. Ela era responsável por dar firmeza e sustentação para o corpo permanecer em pé. Podemos ilustrar com os competidores que levantam pesos que usam cintas de couro por cima do uniforme. Para o apóstolo, o que dá firmeza, equilíbrio e sustentação ao cristão é a verdade (Jo 14.6. Leia” É importante para entender o que Paulo queria dizer com “verdade”). 

Uma vez protegido o abdômen, a próxima peça da armadura é a couraça. No original grego a palavra é muito apropriada: tórax, e esta peça protege do pescoço até o umbigo (parte final das costelas), tanto na frente como nas costas e, portanto, é uma peça composta por duas partes. Para Paulo, o que dava proteção para as investidas do maligno era a justiça, não dos homens, mas sim a que procede de Deus. Desta forma o apóstolo oferece aos seus leitores a idéia de um soldado que luta sob o manto protetor da verdade e da justiça, seja qual for a circunstância que o soldado se encontre. 

Verdade e justiça deveriam fazer parte não apenas do vocabulário ou valores pessoais do cristão, mas sim do seu cotidiano; algo que ele usa com tanta freqüência que se torna parte intrínseca do seu ser e lhe traz grande alegria (1Co 13.6). 

Lutar sob a égide (proteção, amparo) da verdade e da justiça! Que grande privilégio o Senhor lhe concede.

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel 

Armadura de Deus – Parte 3Pastoral 06.08.2020

Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” – Ef 6.13

Todo cristão consciente entende que a vida com Cristo não é “mar de rosas” ou “sombra e água fresca”. Ainda que nosso país não promova a perseguição religiosa, os valores cristãos são contrários àqueles que muitas vezes nossos líderes demonstram, e que manter-se firme na fé bíblica e teológica é um desafio constante. 

Como vimos anteriormente, a luta do cristão não é contra o que ele vê, mas justamente contra aquilo e aqueles que não consegue distinguir com clareza porque estão ocultos pelas sombras e sob a influência do maligno. Quando menos se espera, dos cantos mais obscuros, surgem perigos que podem causar danos físicos, morais e espirituais. Paulo advertiu aos irmãos de Éfeso para que estivessem atentos às ciladas do diabo e suas investidas (6.11), e esta exortação se aplica plenamente a qualquer cristão que realmente está engajado no reino de Deus.

A palavra grega que Paulo usou para armadura é “panoplia”, e ela descreve uma armadura completa e que incluía escudo, lança, espada, capacete, peitoral e grevas (uma espécie de caneleiras que protegiam do joelho até a parte superior dos pés). Paulo reforçou a importância de tomar para si e usar esta armadura que Deus proporcionava tendo em vista a proteção que ela oferecia, e isto não deveria ser desprezado em momento algum (v.11 e 13). Ele acreditava que era ela a razão pela qual o crente poderia resistir no dia mau e nos dias que se seguiriam, de batalha ferrenha e aguerrida. Era ela que fazia as flechas resvalarem ou, se atingissem a armadura, não causassem dano letal. Paulo a considerava um instrumento eficaz e extremamente útil para que o cristão permanecesse inabalável. 

Uma armadura “pela metade” não protege ninguém assim como ser um crente “mais ou menos” não evita a vergonha diante de Deus. De quê adianta se dizer cristão e ser condenado por ter efetivamente cometido um crime? Quê glória há nisto? (1Pe 2.20. Leia! É importante!). 

Vivemos dias maus: dias de angústia, de incertezas e de trevas. Como vamos sobreviver a eles? Como escapar das suas investidas? Só existe uma forma: tomar toda a armadura de Deus, usá-la com honra e sabedoria, confiar plenamente em nosso comandante que nos levará a vitória final.

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel