Vencendo a Discórdia

A discórdia é um grande desafio a ser vencido na vida do cristão, uma das evidências da discórdia é a vaidade, por achar que o controle deve ser centralizado em um único lugar. No casamento ela traz muitos males, em alguns casos o fim é o divórcio, na amizade a discórdia termina na inimizade.

O dicionário apresenta-nos  discórdia nas seguintes palavras, não chega em acordo, ou seja, o desacordo, a falta de entendimento, desavenças, cizânia. A Discórdia é ausência de harmonia entre duas partes, que acaba gerando atrito e inimizade.

Quando uma equipe de música da igreja ensaiar e os instrumentos, estiverem em harmonia, o momento de louvor em forma de cântico fica lindo. Uma orquestra bem afinada, alinhada a harmônica que produz é agradável aos ouvidos. Mas se a equipe de música não entrar em acordo harmônico, ou orquestra não estiver bem alinhada o som será um total desastre. Neste sentido, o desacordo torna-se um grande problema na vida do cristão.

No Evangelho Segundo Mateus encontramos um registro da fala de Jesus Cristo aos discípulos; “Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” (Mateus 6.21). Neste registro entendemos que a discórdia tem sua origem no coração das pessoas, que buscam a satisfação da própria vontade, neste sentido a discórdia apresenta que é tudo vaidade.

A escritura sagrada apresenta-nos a discórdia entre filho e pai, por exemplo, a discórdia entre Absalão e seu pai Davi. O tesouro de Absalão foi o desejo de reinar em lugar de seu pai, e isso gerou grande conflito e inimizade. Davi teve que fugir para não ser morto pelo próprio filho.

A discórdia, tem sua origem no coração que busca satisfação do próprio “eu”, da satisfação da própria vontade, talvez, veladamente, a busca do culto a si mesmo, a auto-idolatria. Absalão não refletiu no prejuízo que poderia causar, na família, no povo e ao seu redor, quem entra numa discórdia normalmente não pensa nas consequências de seus atos, nem mesmo se Deus aprova ou não, pois o que mais deseja é alcançar seu “tesouro”, o desejo de seu coração.

Se o coração é a fonte da discórdia, ele precisa ser domado, mas não será dominado pelo menor, mas dominado por algo maior. O Salmo 119.11 aponta o caminho para a solução da discórdia, a solução está no Senhor. O coração deve guardar a Palavra de Deus para não pecar contra o Senhor.

A escritura é a regra de fé e prática do cristão, para isso apresentaremos três textos que ajudam na solução da discórdia.

1º) Lute com todas as forças para fabricar a paz conforme o apóstolo Paulo registra em sua carta aos Romanos 12.18: Se por alguma circunstância não tivermos paz com todos, porém, se dermos todos os passos possíveis e necessários para ter paz com todos, Deus não nos cobrará e não nos fará responsáveis pela discórdia e ausência da paz. Por isso, do que depender de vós tende paz com todos.

2º) Peça perdão e conceda perdão o apóstolo Paulo escreve aos Colossenses 3.13: Parece que não temos muita dificuldade em reconhecer nosso erro diante de Deus, mas reconhecer nosso erro diante de outros parece pior do que a morte. A Escritura ensina que não devemos ficar irritado uns com os outros, é um mandamento de Deus ao homem, perdoar uns aos outros. Lembremo-nos que Cristo Jesus perdoou-nos, mesmo nós não merecendo, Ele concedeu o maior dos milagres, a salvação, tornado-nos aprovados diante do Pai.

Utilizar das palavras, não é fácil perdoar, e não buscar ao Senhor para perdoar genuinamente, demonstra a vaidade que está no coração. Perdoar implica em humildade, em deixar o passado no passado, implica em não buscar de volta a ofensa já perdoada, implica em tratar a pessoa como se ela não tivesse nos ofendido. O perdão é vital na vida do cristão.

O perdão liberta, sentir-se perdoado por Deus traz alívio e paz para a alma. Pedir perdão limpa a mente da consciência pesada. Conceder perdão liberta a alma da angústia e do rancor.

3º) Não deixe o diabo governar sua mente e coração esse alerta encontramos na carta do apóstolo Paulo aos Efésios 4.26-27: É muito difícil irar e não pecar contra Deus, pois a ira conduz facilmente ao descontrole da emoção e da razão.

Quanto mais tempo alguém demorar para resolver o problema de ira e de discórdia, mais essa pessoa estará satisfazendo o desejo de Satanás. É por isso que o versículo diz: “…nem deis lugar ao diabo.” Alguém dá lugar ao diabo quando deixa para amanhã a resolução de um problema de ira e de discórdia.

Lute contra a discórdia e não permita que ela se instale em seu relacionamento conjugal, nem no seio de sua família, na igreja entre os irmãos e nem em nenhum de seus relacionamentos.

Que o Senhor fortaleça-nos e que nos pareçamos cada dia mais com Jesus Cristo.

Que a Graça do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão com o Espírito Santo esteja, concedendo-nos um coração como ao de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.

Que o Senhor fortaleça-nos!

Rev. Cristiam Matos

Vencendo a Frustração

Muitas pessoas já experimentaram o sentimento de tristeza, talvez, quando um sonho não foi realizado, um planejamento não fora alcançado, ou algum outro motivo. Quando esse sentimento aparece o conhecemos como frustração, normalmente, ocorre quando expectativas não são alcançadas. Quando encontramos esse sentimento em nossas vidas e alguém nos pergunta o que houve, respondemos que estamos decepcionados, desencantos, desapontados, desgostosos, desiludidos ou até mesmo insatisfeitos.

 Na Escritura Sagrada encontramos alguns exemplos de frustração, uma delas está no contexto familiar, Ana, experimentou frustração porque não podia gerar filhos. Seu sentimento de tristeza, fora muito profundo. Elcana era seu marido e fazia de tudo para agradar a esposa, mas todo esforço parecia não obter resultados positivos, no livro de Primeira Samuel no primeiro capítulo e oitavo versículo, encontra-se o relato de Ana: “Ana, por que choras? E por que não comes? E por que estás de coração triste? Não te sou eu melhor do que dez filhos?”. Ela estava frustrada, porque o filho desejado não chegava.

Outro exemplo é Jacó, se casou com a mulher errada, quando conheceu Raquel, ele ficou tão apaixonado que aceitou trabalhar sete anos pelo direito de casar-se com a filha de Labão. Contudo, quando chegou o tempo de receber Raquel por esposa, o pai da moça lhe entregou Lia, a filha mais velha. Imagine a frustração, decepção, quando “ao amanhecer, viu que era Lia” com quem se casou. “ao amanhecer, viu que era Lia. Por isso, disse Jacó a Labão: Que é isso que me fizeste? Não te servi eu por amor a Raquel? Por que, pois, me enganaste?” (Esse registro encontramos no livro do Gênesis vigésimo nono capítulo e vigésimo quinto versículo). Jacó não alcançou de imediato o casamento dos sonhos.

Marta e Maria também sentiram tristeza, frustração, com a morte de Lázaro. Jesus foi avisado da enfermidade de Lázaro, mas levou vários dias para Ele chegar, e quando chegou, Lázaro já estava sepultado há quatro dias. Esse registro encontramos no Evangelho Segundo João décimo primeiro capítulo do vigésimo primeiro ao trigésimo segundo versículo: “Disse, pois, Marta a Jesus: Senhor, se estiveras aqui, não teria morrido meu irmão.”; …. “Quando Maria chegou ao lugar onde estava Jesus, ao vê-lo, lançou-se lhe aos pés, dizendo: Senhor, se estiveras aqui, meu irmão não teria morrido.” Elas estavam frustradas, porque a tão esperada cura do irmão não aconteceu.

Nesses três relatos, todos sentiram-se frustrados, pois a plenitude de satisfação não fora alcançada, Ana não conseguia gerar filhos, Jacó casou-se com a mulher errada, Marta e Maria viram o irmão morrer.

Mas, onde está a origem desses problemas apresentados, para que eles se sentissem frustrados? Como podemos vencer essas frustrações?

Os três relatos apresentados na Escritura Sagrada, mostram que todos focaram a atenção e depositaram suas esperanças em um sonho que podia ou não ser realizado, alcançado, em algo que podia ou não dar certo. E quando não aconteceu como estavam esperando, veio a frustração.

O maior segredo está onde você deposita sua esperança, há uma enorme diferença em depositar a esperança de plenitude de satisfação num sonho que pode ou não se tornar realidade, comparado à plenitude de satisfação a ser encontrada seguramente e plenamente em Deus. 

Quando o foco de sua plenitude de satisfação, passa a concentrar-se em Deus, Jesus Cristo, nosso Senhor e não mais em seus sonhos pessoais, a frustração desaparece.

Ana assumiu o compromisso com Deus de tornar-se bênção para outras pessoas caso Deus lhe desse um filho, e abriu mão do filho por amor ao Reino de Deus. Quando fez isso, a frustração foi embora, conforme está registrado no livro de Primeira Samuel capítulo primeiro e décimo oitavo versículo. “…a mulher se foi seu caminho e comeu, e o seu semblante já não era triste”.

Jacó tornou-se rico e teve uma família grande, tendo se casado também com Raquel, a quem amava, alcançando sucesso no trabalho e na família. Contudo, algo lhe faltava, até que entendeu que mais importante do que qualquer sucesso nesta vida, precisava sentir plenitude de satisfação em Deus. Por isso, lutou com um anjo de Deus, esse registro encontra-se no Livro do Gênesis trigésimo segundo capítulo e vigésimo sexto versículo: “Não te deixarei ir se me não abençoares.” O foco de Jacó passou a ser Deus.

Marta e Maria não compreenderam de início que enfermidade de Lázaro, era para a manifestação da glória de Deus, até o dia em que Jesus chegou, mesmo depois de Lázaro ter sido sepultado há quatro dias, e o ressuscitou.

Que extraordinário entender que ao focar no Senhor essas frustações se vão, à luz disso tudo, concluímos que a frustração se faz presente quando o foco da vida de alguém, está errado, está centralizado num sonho pessoal e que pode ou não ser realizado. Quando a plenitude de satisfação é buscada em Deus e na glória de Deus, no Rei dos reis, Senhor dos exércitos a frustração desaparece, pois Deus preenche e completa os anseios mais profundos do coração e da alma. NEle temos plena satisfação.

O salmista Davi no Livro dos Salmos no décimo sexto capítulo e décimo primeiro versículo encontramos de forma extraordinária onde encontramos a plenitude de alegria. “…na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente.”

Nossa plenitude de alegria está no Senhor! Louvado seja Deus!

Que o Senhor os abençoe ricamente e nosso plenitude de alegria esteja nEle.

Amém!

Rev. Cristiam Matos

Descansar no Senhor.

Descansa no SENHOR e espera nele, não te irrites por causa do homem que prospera em seu caminho, por causa do que leva a cabo os seus maus desígnios. Deixa a ira, abandona o furor; não te impacientes; certamente, isso acabará mal” – Sl 37.7-8

 

Ira é algo que arde intensamente dentro do coração. Toma conta dos pensamentos e sentimentos ao ponto de envenenar a alma. Ira é sinônimo de bomba prestes a explodir e é usada para descrever a pessoa de “pavio curto” (ou nenhum pavio) que irá tem um rompante de violência verbal ou física de proporções imprevisíveis. 

Uma pessoa iracunda (dada a rompantes de ira) torna o ambiente ao seu redor em um campo de guerra, com várias minas terrestres prontas para detonar ao menor sinal de pressão. Não é a toa que o livro de provérbios descreve que é melhor morar numa terra deserta do que com a mulher rixosa e iracunda (PV 21.19 – isto serve também para o homem rixoso e iracundo…). 

A ira não traz nada de bom. O primeiro registro bíblico de uma pessoa consumida por este sentimento resultou em homicídio (Gn 4.6); de fato, a ira do homem não produz a justiça de Deus (Tg 1.20). 

É bem verdade que não há como escapar deste sentimento, mas isto não significa que devemos abrigá-lo em nosso coração ao ponto de permitir que ele nos faça pecar (Sl 4.4; Ef 4.26). Não importa se existem razões “lógicas” para a ira, o furor ou a impaciência, o resultado será sempre como o salmista diz: “certamente acabará mal” (v.8). 

A sugestão lógica, prática e sábia do salmista é para descansar no Senhor; é lançar sobre Ele todos estes sentimentos ruins que abrigamos em nosso coração e suplicar para que o Todo Poderoso nos acalme a ponto de não termos do que nos envergonhar das possíveis atitudes e palavras que podem acontecer sob a ação destes sentimentos. 

Colocar todas as nossas esperanças e expectativas em Deus não é uma coisa fácil para fazer, apesar de ser simples. Colocar aos pés do Senhor é reconhecer nossa incapacidade para resolver algumas questões, e também a nossa falta de domínio próprio; recorrer à intervenção divina é o melhor que podemos fazer para as pessoas que estão ao nosso redor e, no fim das contas, para nossa própria saúde emocional e espiritual.

Descanse no Senhor. Tenha confiança de que Ele cuidará de tudo, inclusive dos ímpios e maus. Confie que Ele fará sua justiça prevalecer em tempo oportuno. Coloque seu coração e sua vida nas mãos do Senhor e descanse.

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel

 

As aflições do justo.

Muitas são as aflições do justo, mas o SENHOR de todas o livra” – Sl 34.19

 

Existem algumas pessoas que tem uma noção totalmente distorcida do que é ser filho de Deus. Vemos que isto não é algo novo, pois no Antigo Testamento os sacerdotes acreditavam que o templo era o sinal visível da presença de Deus e que, enquanto ele estivesse edificado, o povo de Israel seria abençoado e próspero, mesmo se não fossem “tão fiéis” assim ao Senhor. 

Como se chega a esta convicção? Geralmente usando alguns textos específicos que falam da proteção de Deus fora do seu real contexto. Por exemplo: Neste mesmo salmo, no verso 7, encontramos uma das afirmações mais alentadoras: “o anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra”. É indiscutível a sensação de bem-estar que este verso provoca em nós. Como é bom saber que Deus nos protege desta maneira! É como se ele colocasse uma redoma sobre nós que impede que o mal nos toque, nos ameace, nos ofereça qualquer perigo iminente. Isto leva à conclusão que os “cercados” pela graça não têm com o que se preocupar. O v. 9 afirma que nenhum bem vai faltar aos que buscam ao Senhor; o verso 15 que os olhos do Rei estão atentos, e seus ouvidos abertos para atendem os pedidos dos seus súditos; o verso 22 que o Senhor resgata (compra, toma para si) a alma dos seus servos e que eles não serão condenados! Que maravilha! Porém este salmo tem outros versículos. O verso 4 fala de temores, o verso 6 de aflições e tribulações, o verso 8 deixa implícita a necessidade de se refugiar, isto significa que havia uma perseguição, um perigo iminente e real, os versos 13 e 14 tratam do procedimento esperado daqueles que são filhos de Deus, o verso 15 de que os justos tem necessidades que os fazem clamar, isto é, levantar sua voz pedindo justiça (o que significa que eram alvos de injustiças), o verso 17 fala de muitas tribulações.

Ser um filho de Deus é passar por dificuldades, tribulações e angústias como qualquer outra pessoa. Quando Deus diz que vai “livrar” não significa que irá impedir que tais problemas sobrevenham aos seus escolhidos, mas que é uma promessa pessoal de que estará ao lado e que, no momento certo, fará cessar toda dor, toda tristeza, toda a amargura através do seu amor e do seu cuidado. 

Passar por dificuldades não é uma questão de falta de fé como alguns apregoam por aí. Isto é uma contingência da própria vida, das circunstâncias temporais que passamos e as quais muitas vezes independem da nossa vontade ou mesmo da nossa ação – simplesmente acontecem! O importante é fazer a nossa parte, é permanecer na condição de justos (mais especificamente justificados em Cristo Jesus), é “aceitar” o que o Senhor nos oferece que dói menos; dele vem o nosso consolo, a nossa paz, a certeza de que tudo ficará bem no tempo que ele determinar.

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel

Aflições. 

Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” – Jo 16.33

 

Conforme o contexto, as “aflições” neste mundo as quais Jesus se refere estão atreladas aos sofrimentos que serão causados pela sua morte na cruz, pelas incompreensões e perseguições destinadas aos discípulos. Seriam tempos de grande dor e tristeza, que seriam precedidos pela alegria da sua ressurreição e pela ação do Consolador que traria muita alegria a eles, e esta alegria não seria possível tirar deles (Jo 16.22). 

De forma geral, as aflições reservadas aos filhos de Deus não se resumem a estas; existem aquelas que são próprias da existência humana como enfermidades, dores e envelhecimento físico; outras são próprias das relações humanas, afetas aos sentimentos e como lidamos com eles; outras são de ordem moral onde defendemos o que acreditamos e por isto somos julgados. O problema é que muitas vezes elas estão interligadas, entremeadas, entrelaçadas com tal intensidade que é impossível tratar delas separadamente. Somem-se a isto os desejos dos próprios corações e o afã de realizá-los dentro deste período de vida que o Criador nos concede. Coberto de razão estava Jó ao afirmar: “O homem, nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação. Nasce como a flor e murcha; foge como a sombra e não permanece” (Jó 14.1). 

Do texto desta pastoral podemos extrair algumas lições: 1) Jesus sabe das nossas aflições. Ele tem conhecimento do que sofremos e do que vamos passar no futuro. 2) Jesus quer equipar seus amados. Quer que todos tenham paz em meio às aflições lançando sobre ele as nossas ansiedades. Pedro entendeu bem esta mensagem  (1Pe 5.7). 3) Jesus quer nos motivar. Quer que nas horas de aflição levantemos nossa cabeça e que enchamos nossa vida de esperança. Seu propósito é que valorizemos o que é bom, que nos animemos e não desanimemos diante das tribulações. 4) Jesus quer que mantenhamos o foco. Jesus já apresenta como fato consumado a sua vitória na cruz. Ele vence o pecado, e depois vence a própria morte ressurgindo dos mortos. Sua vitória é completa e está proposta a todos os que nele confiam. Confira o que o apóstolo Paulo escreveu aos irmãos de Roma a este respeito – Rm 8.31 a 39 (leia! É importante!). 

Quando as aflições chegarem – e elas virão constantemente – lembre-se destas palavras de Jesus que estudamos hoje (Jo 16.33). Tenha bom ânimo e confie em Jesus porque dias melhores nos estão reservados.

Um bom e abençoado dia.

Rev. Joel