Honrar ao Senhor.

Pastoral (18)

Honra ao SENHOR com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda” – Pv. 3.9

 

O ato de honrar é a manifestação de respeito e apreço, tanto privada quanto pública. Por exemplo: Honramos nossos pais quando mostramos estima e consideração ao que eles são, pelos valores que nos ensinaram e que ajudaram a construir nosso caráter; honramos nossos professores quando reconhecemos sua importância na aquisição do nosso saber; honramos nossos líderes quando seguimos suas orientações e atendemos suas determinações. 

Gostamos de imaginar que somos filhos de Deus e que honramos àquele que chamamos de Pai com nossa forma de ser e viver. A abrangência do “ser” e “viver” deve incluir todas as áreas da existência humana, o que abarca também a financeira. Há um ditado que diz que a última parte a ser convertida no crente é o bolso. Algumas pessoas têm resistência a se tornarem dizimistas, e buscam justificar isto com argumentos semelhantes a estes: “dízimo é para enriquecer pastor”; “dízimo é coisa do Antigo Testamento e da lei, agora estamos no Novo Testamento e na era da graça”; “Jesus nunca falou sobre esta prática e por isto não era dizimista”. Quem tem este pensamento não compreendeu o que é dízimo e muito menos o que ele significa, portanto, não honrará a Deus com as primícias da renda que possui. 

É fato inconteste que Deus não precisa de dinheiro algum para ser quem é, nem tampouco do pagamento de tributos financeiros para abençoar quem quer que ele queira. Qualquer pessoa que atrela o dízimo às benesses do Senhor engana a si mesma e ludibria as outras pessoas. 

Não existe dúvida de que Deus abençoa os fiéis. Fidelidade faz parte do conjunto das ações que honram e glorificam a Deus, ações que têm como princípio fundamental a obediência aos preceitos divinos. 

Deus instituiu a prática do dízimo para o sustento da sua casa e, conseqüentemente, do seu reino (Ml 3.10). No AT o templo e tudo o que incluía o serviço do culto eram mantidos pelos dízimos e por ofertas alçadas (aquelas que vão além do dízimo). No NT Jesus instituiu a igreja sob esta mesma prescrição.

Jesus falou sobre dízimo e o referendou como uma expressão de honra a Deus tal qual a justiça, a misericórdia e a fé (Mt 23.23). 

Dizimar é uma graça que Deus permite. É ele quem provê toda a renda através da saúde, do trabalho, das condições de ter algo para sustentar a vida e a família. Devolver a décima parte é uma atitude de gratidão e isto honra ao Senhor. 

Dízimo é algo para ser separado em primeiro lugar. Deve ser a primícia (primeira coisa) a ser dedicada como uma expressão de fé onde o fiel crê que o restante será suficiente para viver acima das necessidades (Sl 23.1). 

Para quem ama e confia no Senhor, dar o dízimo não é nenhum transtorno ou sacrifício, nem tampouco é uma prática “fanática” ou absurda como alguns infelizmente acreditam. Ser dizimista é um privilégio. 

Aos “não dizimistas” afirmo que não quero persuadi-los a se tornarem dizimistas, pois entendo que isto é obra do Espírito Santo e somente ele é capaz de convencê-los a este respeito. No entanto, mostrei-lhes alguns argumentos lógicos e coerentes para dar razão sobre a fé que os dizimistas possuem. 

Aos dizimistas afirmo que esta é uma prática que honra ao Senhor e que enche nosso coração de alegria em contribuir para a manutenção e a expansão do reino de Deus na terra. Que o Todo Poderoso continue a lhes abençoar cada vez mais. 

Um bom e abençoado dia!

Rev. Joel 

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