Eleição Incondicional – Romanos 8.29-30

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No Livro de Moisés denominado Gênesis encontramos a história de um homem, que transgrediu uma ordem de Deus, não comerás do fruto que se encontra no meio do jardim. Por meio do pecado de um único homem, todos os seus descendentes, entram no mundo como pecadores, culpados, perdidos.

Como pecadores, criaturas caídas, elas não têm desejo de ter comunhão com o seu Criador. A Santidade de Deus é perfeita, não há máculas no Senhor.

Deus é santo, justo e bom, ao passo que os homens são pecaminosos, perversos e corruptos.

O homem não sabe viver na escolha absoluta, a prova disso é Adão e Eva, que deixados à sua própria escolha, não foram, capaz de obedecer ao Senhor. Neste sentido, os homens inevitavelmente seguem seu coração corrupto e criam ídolos para si.

Consequentemente, os homens têm se desligado do Senhor dos céus e têm perdido todos os direitos de Seu amor e favor, quais são imerecidos para o homem.

Teria sido perfeitamente justo para Deus ter deixado todos os homens em seus pecados e miséria e não ter demonstrado misericórdia a quem quer que seja. É neste contexto que a Bíblia apresenta a eleição.

Todas as coisas foram devidamente determinadas por Deus, antes da fundação do mundo, ou seja, a eleição incondicional significa que Deus, antes da fundação do mundo, escolheu certos indivíduos caídos, da raça humana e os predestinou para serem o objeto de Seu imerecido amor e para trazê-los ao conhecimento de Si mesmo.

Esses, e somente esses, Deus propôs salvar da condenação eterna, dando a nós a vida eterna.

Deus poderia salvar todos os homens (pois Ele tinha o poder e a autoridade para fazer isso), ou Ele poderia ter escolhido não salvar ninguém, Ele não tem a obrigação de conceder misericórdia a ninguém, porém não fez uma coisa nem outra, Ele escolheu salvar alguns e excluir outros.

Sua eterna escolha de determinados pecadores para a salvação não foi baseada em qualquer ato ou resposta prevista da parte daqueles escolhidos, mas foi baseada tão somente no Seu beneplácito e na Sua soberana vontade. Desta forma, a eleição não foi condicionada nem determinada por qualquer coisa que os homens iriam fazer, mas resultou inteiramente do propósito determinado pelo próprio Deus.

Não cabe à criatura questionar ao Criador a Sua forma de justiça, por não escolher todos para a salvação. Deve-se ter em mente que, se Deus não tivesse graciosamente escolhido um povo para Si. Neste sentido Ele soberanamente determinou, proveu e aplicou a salvação. Se não fosse a tremenda benevolência a imerecida graça, ninguém seria salvo.

Deus chamou-nos para a sua glória e louvor, aprouve ao Senhor conceder-nos a salvação, mesmo sendo imerecedores.

 

Rev. Cristiam Matos

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