A paz de Deus.

Pastoral (6)

Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” – Jo 14.27

 

Por mais estranho que pareça, Jesus reconhece que o mundo busca a paz. Qualquer governo se empenha para que exista paz entre seus patrícios e em seus territórios. Um povo insatisfeito tende a promover revoltas e confrontos com as autoridades policiais, o que gera instabilidade e desassossego generalizado. Basta lembrar as recentes manifestações nos EUA em virtude da violência atribuída aos policiais “brancos” contra as pessoas de cor. 

A paz que o mundo oferece é efêmera, aparente e inconstante. Muitas vezes os governos justificam o uso da força militar (e os rebeldes também o da força paramilitar) para o que chamam de “manutenção” da paz.  Tanto uns quanto outros querem a paz, mas estão dispostos a fazer guerra para consegui-la – este é o paradoxo da paz que o mundo está disposto a oferecer. 

A paz que Jesus se refere é pessoal, concedida especificamente para um indivíduo que tem um relacionamento com o Senhor. É uma paz que invade a alma, que preenche o coração, que dá sentido a própria vida (Sl 85.8; Fl 4.7; 1Ts 5.23), que faz confiar em Deus mesmo em tempos difíceis (Sl 27.3). 

Nosso tempo é marcado por inseguranças, violências e incertezas. Mais do que nunca a paz de Deus se faz necessária aos seus filhos. Jesus concede esta paz gratuitamente, como expressão de sua graça e seu amor. Não é uma paz conquistada, mas sim outorgada e, portanto, entregue voluntariamente. Jesus demonstrou sua boa vontade para conosco na cruz do Calvário, e em sua palavra nós podemos confiar.

Você já tem esta paz que Jesus oferece?

Um bom e abençoado dia.

Rev. Joel 

 

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